sábado, 1 de dezembro de 2012

A Resposta do Prefeito Eleito

Quando questionei o prefeito eleito de Sorocaba, Antonio Carlos Pannunzio, sobre o futuro da Secretaria de Cultura, o fiz aqui neste blog e em outros canais de comunicação, incluindo o jornal "Cruzeiro do Sul", por meio da sua coluna DO LEITOR.
Foi mediante essa publicação que o prefeito respondeu:
 
Caro Carlos, com certeza a Secretaria da Cultura será mantida e pretendemos desenvolver políticas de cultura para valorizar as ações do nosso povo.
ANTONIO CARLOS PANNUNZIO - PREFEITO ELEITO
 
 
Isso nos deixa mais tranquilos. Ficaremos, no entanto, atentos.
Abraços,
 
Carlos Carvalho Cavalheiro.


domingo, 25 de novembro de 2012

Sobre o futuro da Secretaria de cultura de Sorocaba


Um pedido ao prefeito eleito de Sorocaba
Prezado sr. Antonio Carlos Pannunzio:
Logo após o anúncio do resultado das eleições municipais deste ano, acompanhei uma de suas entrevistas na impressa local dizendo sobre a diminuição do número de secretarias em seu governo.
Entendo, obviamente, a necessidade da contenção dos "gastos", especialmente numa cidade com o porte de Sorocaba, a qual exige intervenções nas mais diversas áreas. Disso não resta dúvidas, assim como é indubitável a dificuldade do administrador público no que concerne às escolhas que deve fazer dentro das limitações do orçamento.
Por outro lado, algo me preocupa muito. Não raramente, os gestores públicos, quando se fala em cortes ou reduções de custos, elegem a cultura como uma das ovelhas preferidas para o holocausto.
O que me preocupa, portanto, é a possibilidade da extinção da Secretaria de Cultura e sua possível fusão com outra secretaria qualquer.
Preocupa-me porquanto o histórico de luta para a criação de uma secretaria específica relacionada à cultura demandou esforços de inúmeras pessoas que militam nessa área. Preocupa-me ainda porque, em geral, considera-se a cultura como se fosse um "supérfluo", sem perceber que o ser humano é muito mais que um corpo que transita por ruas e prédios e que, com o seu trabalho, gera riquezas materiais para a cidade. Cultura é muito mais do que eventos. Cultura transcende a arte - esta é apenas um aspecto daquela - e tem a ver com a formação da identidade de um povo.
De nada adiantam prédios, pontes, monumentos, etc... se não temos um povo que se identifica com tudo isso. Daí a necessidade de políticas públicas de gestão cultural. E tal tarefa não pode - ou não devia - ficar atrelada a outra secretaria que não fosse a específica de Cultura.
Isso porque, como casualmente se faz, emendam-se Cultura e Educação, por exemplo, as quais possuem demandas distintas e caráter e espírito diversos. Não divergentes, mas diversos. E se encontramos algum ponto de contato entre ambas, é porque nenhuma área é isolada e compartimentada, possuindo faces de tangência umas com as outras. Assim, Educação tem a ver com Saúde, por exemplo. Mas não se pode, em perfeito juízo, propor que as duas pastas sejam amalgamadas formando uma só.
Por tudo isso, sr. Prefeito eleito (perdoe o eco), peço, caso seja a sua intenção em extinguir a secretaria de Cultura, que repense, devido a importância e características dessa pasta.
O senhor, que foi presidente de uma das mais importantes fundações culturais do país, o Memorial da América Latina, certamente sabe disso.
Carlos Carvalho Cavalheiro

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Escritor busca recursos para lançar livro sobre personalidades negras

 
Obra “Nossa gente negra”, do sorocabano Carlos Carvalho Cavalheiro, reúne mais de 30 biografias de afrodescendentes que ajudaram a construir a história da cidade
 
http://www.diariodesorocaba.com.br/site2010/materia2.php?id=223101
publicado em: 11/11/2012 às 01h05:

Texto:


Escritor Carlos Carvalho Cavalheiro está em busca de apoio para publicação de sua obra (Foto: Jota Abreu)
Ressaltar a importância do negro na história de Sorocaba é o objetivo da obra “Nossa gente negra”, do pesquisador e escritor sorocabano Carlos Carvalho Cavalheiro. O livro reúne mais de 30 biografias de afrodescendentes que fizeram e fazem parte da história da cidade, desde sua fundação até os dias atuais. Personalidades como João de Camargo, Alzira Corrêa (Alzira Sucuri), Luiz Leopoldino Mascarenhas (primeiro vereador negro da cidade), Achilles Campolim (empresário que dá nome ao bairro) e Nhá Quitéria compõem as páginas do livro, cujos biografados são todos falecidos, com exceção de dois: Sr. José Marciano e a professora Ondina Seabra, que tiveram suas vidas retratadas devido a seus históricos de vida e pelo fato de terem mais de 80 anos de idade. O Sr. José Marciano é o último diretor vivo da primeira diretoria do Clube “28 de Setembro”, fundado em 1945; já a professora Ondina Seabra é possivelmente a última pessoa viva que participou da “Frente Negra” de Sorocaba.

Em suma, “Nossa gente negra” busca resgatar histórias de vida que possam servir de exemplos positivos para a nova geração de sorocabanos, debruçada sobre a Lei 11645/08, que obriga o ensino da história e cultura afro-brasileira e ameríndia nas escolas. O autor explica que a idéia de escrever o livro surgiu em novembro do ano passado, durante a “Marcha para Zumbi” na Igreja João de Camargo. “Percebi que se falava muito em Zumbi, mas pouco sobre aqueles que ajudaram a construir a história da cidade; a intenção é que os sorocabanos de hoje conheçam mais a trajetória do município, inclusive a relevância dos negros nela”. Carlos Cavalheiro ressalta, no entanto, que não se trata de “promover esta ou aquela etnia”, mas de dar o devido valor e reconhecimento a todos que contribuíram com a edificação da Sorocaba de hoje. “A intenção aqui não é dividir memória da cidade em ‘negros’ e ‘não-negros’, mas oferecer informações pouco divulgadas sobre a presença do afrodescendente na história da cidade”, conta. Para produzir o livro, Cavalheiro revela que buscou dados em cartórios, jornais, junto às famílias dos falecidos, em documentos diversos e até em prontuários de cemitérios. “Coletei informações dos mais diversos lugares, desde reportagens de jornais até prontuários de cemitérios”, diz.

Estão retratados no livro escravizados que lutaram pela liberdade como o Preto Pio e o Generoso; lideranças negras como João de Camargo, Vó Cida da Vila Amélia e Salerno das Neves (este último foi o primeiro presidente da Frente Negra); artistas como o bailarino Maia Júnior, Thereza Marciano (do Coral da Família Marciano e do Salão Afro's) e o cantor Violão; a primeira manequim (modelo) de Sorocaba (a Kal); promotores da cultura popular como Daniel Araújo, João Davi (ambos cururueiros), Josias Alves e Zé Jaú (jogadores de capoeira e pernada) e Ercílio Nazário (folião de Santos Reis); lideranças políticas como o primeiro vereador negro da cidade, Luiz Leopoldino Mascarenhas, conhecido como Luiz Pequeno; carnavalescos como Mestre Lazinho e Vadeco; empresários como Achilles Campolim; intelectuais como Jorge Narciso de Matos, além de tipos populares como o "Ba-ba-bá", a Alzira Sucuri, o Adocicada, Nhá Quitéria e o Dito Vassourinha.

EM BUSCA DE APOIO - Carlos busca recursos para lançar “Nossa gente negra”. A diagramação e revisão do livro, a cargo da Editora Crearte, já estão prontas; o que falta é verba para que a obra seja impressa e chegue às mãos dos leitores. Até o momento o autor só recebeu ajuda do Sindicato dos Rodoviários e da Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora. Quem quiser colaborar pode entrar em contato pelo telefone (15) 3318-2625 ou pelo e-mail carloscavalheiro@yahoo.com.br

Conservatório de Tatuí realiza o 4º Torneio Estadual de Cururu

A dupla Buenão e Esmeraldinho, de Capela do Alto, foi a grande vencedora do 4ºTorneio Estadual de Cururu de 2012, realizado pelo Conservatório de Tatuí, instituição da Secretaria de Estado da Cultura. A segunda colocação ficou com os tatuianos Zé Pinto e Zacarias. João Zarias e Lino Jacinto, de Pardinho, e Gilmar Ignácio e Paulo Galores, de Cerquilho, foram terceiro e quarto colocados, respectivamente.
A premiação total distribuída entre os participantes foi de R$ 2.800, sendo R$ 1 mil para o vencedor e R$ 800, R$ 600 e R$ 400 oferecidos às duplas que terminaram em 2º, 3º e 4º lugar. Neste ano, quem levou o Troféu Airton Pires, em homenagem ao importante cururueiro tatuiano do passado, foi Zacarias Camargo.
O torneio integra a etapa “Raiz e Tradição”, uma das três ações realizadas pelo Festival de MPB, que também inclui o Certame da Canção e o Painel Instrumental. Além disso, o Torneio visa a estimular a difusão do cururu no Estado de São Paulo e pretende compor a integração e a promoção do intercâmbio entre os cururueiros.
O júri formado por Rui Torneze, professor, maestro da orquestra paulistana de viola caipira, Eduardo Escalante, professor de música aposentado da Unesp, com doutorado sobre o cururu, e Carlos Carvalho Cavalheiro, professor de história e também pesquisador do assunto, julgaram os embates. A bancada avaliou itens como Abertura, Interpretação, Afinação, Ritmo/Entrosamento com o Violeiro e Presteza na Resposta e na Sequência do Tema Sorteado/ Respeito ao Tempo Delimitado.
Participaram do Torneio duplas das cidades de Porto Feliz, Cerquilho, Tatuí, Capela do Alto, Pardinho, São Manuel, Cesário Lange, Botucatu. A apresentação do evento ficou a cargo do sorocabano Nerci José, o Falinha, conhecido apresentador de shows e torneios de cururu.
O Torneio Estadual Cururu é um evento realizado pelo Governo do Estado de São Paulo, Secretaria de Estado da Cultura, por intermédio do Conservatório de Tatuí.
Concurso de Luteria
Além do 4º Torneio Estadual de Cururu, visando fomentar a cultura caipira, o Conservatório de Tatuí realizou o 4º Concurso Nacional de Luteria Enzo Bertelli– Modalidade Viola Caipira. Dentre os inscritos, o vencedor foi o luthier Antonio Donizete de Oliveira Júnior, da cidade de Cesário Lange. Ele levou uma medalha e o prêmio de R$ 7 mil. O segundo colocado foi Vanderlei de Campos, que ganhou R$ 5.500, e o terceiro, com a premiação de R$ 3.500, Marcos Roberto Portes.
O Concurso Nacional de Luteria Enzo Bertelli foi criado no ano de 2008 e é pioneiro no país. Realizado bianualmente, o concurso visa a premiar talentos da fabricação de instrumentos de diferentes modalidades e divulgar a arte de luteria. Os instrumentos que conquistarem premiações serão integrados ao acervo do Conservatório de Tatuí.
Enzo Bertelli foi um luthier italiano de renome internacional. Ele tem trabalhos catalogados no Dicionário Universal dos Lutiers e na Enciclopédia da Tchecoslováquia – espécies de bíblias desta profissão muito rara, que exige precisão e dedicação. Bertelli fundou, em agosto de 1980, o curso de luteria do Conservatório de Tatuí.
 
Fonte: Assessoria de Comunicação do Conservatório de Tatuí / SP

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Carlos Cavalheiro e a "Nossa Gente Negra"

 

O escritor e historiador sorocabano Carlos Carvalho Cavalheiro está buscando apoio cultural para publicar o seu 15º livro cujo título é "Nossa Gente Negra".
A obra em questão é uma coletânea de biografias de personalidades negras que participaram da História de Sorocaba. Todos os biografados são falecidos, com exceção de dois, sr. José Marciano e professora Ondina Seabra, cujas biografias foram justificadas pelo histórico de vida de ambos aliado ao fato de terem mais de 80 anos de idade. O senhor José Marciano é o último diretor vivo da primeira diretoria do Clube "28 de Setembro" e a professora Ondina Seabra é possivelmente a última pessoa viva que participou da "Frente Negra" de Sorocaba.
O livro procura trazer a lume histórias de vida que possam servir de exemplos positivos, dentro da perspectiva da Lei 11645/08 (antiga 10639/03) que obriga o ensino da História e cultura afrobrasileira e ameríndia nas escolas. Estão retratados no livro escravizados que lutaram pela liberdade como o Preto Pio e o Generoso; lideranças negras como João de Camargo, Vó Cida da Vila Amélia e Salerno das Neves (este último foi o primeiro presidente da Frente Negra); artistas como o bailarino Maia Júnior, Thereza Marciano (do Coral da Família Marciano e do Salão Afro's) e o cantor Violão; a primeira manequim (modelo) de Sorocaba (a Kal); promotores da cultura popular como Daniel Araújo, João Davi (ambos cururueiros), Josias Alves e Zé Jaú (jogadores de capoeira e pernada) e Ercílio Nazário (folião de Santos Reis); lideranças políticas como o primeiro vereador negro da cidade, Luiz Leopoldino Mascarenhas, conhecido como Luiz Pequeno; carnavalescos como Mestre Lazinho e Vadeco; empresários como Achilles Campolim; intelectuais como Jorge Narciso de Matos, além de tipos populares como o "Ba-ba-bá", a Alzira Sucuri, o Adocicada, Nhá Quitéria e o Dito Vassourinha.
A ideia do livro surgiu no dia 20 de novembro de 2011, durante o final da "Marcha para Zumbi", na Igreja de João de Camargo. "Percebi que se falava muito em Zumbi, mas que não se falava daqueles que ajudaram a construir a História da cidade. Conversando com algumas pessoas, verifiquei que havia um desconhecimento sobre essas histórias e, então, a partir daí tomei isso como um desafio: trazer à tona a história de vida dessas pessoas", justifica Carlos Cavalheiro.
Para a composição do livro o professor Carlos disse que pesquisou em diversas fontes, desde jornais, certidões, documentos diversos e até nos prontuários de cemitérios.
São mais de 20 biografias, a maior parte com fotografias dos referidos personagens.
A diagramação e revisão estão prontas e ficaram à cargo da Editora Crearte. O autor informa que está captando recursos para poder imprimir o livro. "Conseguimos apoio do Sindicato dos Rodoviários e da Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora, mas isso cobre apenas um quinto do montante. Estou apresentando o projeto para Sindicatos, profissionais liberais, comércios em geral, enfim, para quem possa e se interesse em colaborar para a publicação do livro", relata Carlos Carvalho Cavalheiro.
Quem quiser colaborar com a edição desse livro terá o logotipo impresso na capa do livro como apoio cultural. Para tanto, poderá entrar em contato com o autor por meio do telefone (15) 3318 2625 ou por e-mail: carlosccavalheiro@yahoo.com.br

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Reflexões sobre a Lei da Ficha Limpa

Hoje estive refletindo um pouco sobre a Lei da Ficha Limpa... Outro dia escutei o relato de um norueguês que ao conversar com um brasileiro, amigo meu, ficou espantado pelo fato de existir uma lei assim no Brasil. Na pobre cabeça europeia dele não cabia a ideia da necessidade de uma lei que impedisse a candidatura a cargo eletivo de alguém com condenação na Justiça!...
Diante disso, extrai duas frases gestadas na reflexão sobre esse assunto:
 
Ficha Limpa
Num país onde os corruptos são especialistas em lavagem de dinheiro, limpar o nome é "fichinha".
 
A Lei da Ficha Limpa deveria chamar-se Bill of File Clean... Para inglês ver... também...
 
Carlos Carvalho Cavalheiro.
 15/10/2012.

sábado, 29 de setembro de 2012

"João de Camargo" ensina sobre a História dos negros em Sorocaba


                                                                                            Foto: Carlos Carvalho Cavalheiro / 2011

Roteiro turístico acompanhado de personagem histórico. Essa é a fórmula encontrada pela Educar Turismo Pedagógico para ensinar a História dos negros em Sorocaba, dentro da perspectiva da aplicação da Lei 11645/08 (antiga 10639/03) que obriga às escolas o ensino da história e cultura afrobrasileira e indígena.
Criado pelo historiador e professor Carlos Carvalho Cavalheiro, o roteiro "África em nós" foi lançado em outubro de 2011. "É uma alternativa para que as escolas efetivamente trabalhem o tema com seus alunos", salienta o professor Laércio F. Toledo Júnior, diretor executivo da Educar Turismo Pedagógico.
O roteiro do projeto "África em nós" inclui visitas a lugares que salientam e marcam a história e a cultura dos negros no município.
"Aproveitamos os patrimônios, monumentos e lugares que remetem a essa memória, procurando com isso evidenciar a identidade cultural do negro sorocabano em diversos aspectos, sejam históricos, sociais, religiosos ou culturais", destaca Carlos Cavalheiro.
O roteiro pela região central da cidade é guiado por um ator fantasiado de João de Camargo, escolhido como um símbolo da presença do negro na história de Sorocaba. João de Camargo era um religioso negro que em 1906 construiu uma igreja (existente até hoje), dando início a um novo culto que mesclava elementos de cultos africanos com o catolicismo e o espiritismo. O passeio começa no Largo Santo Antônio (ao lado da praça Coronel Fernando Prestes), passa pela rua Nogueira Martins, Praça Carlos de Campos, Mosteiro do São Bento, rua Machado de Assis, visita o Monumento à Mãe Preta, a ONG Quilombinho e termina na Igreja de João de Camargo.
Nesse roteiro, destinado especialmente a alunos do Ensino Fundamental e Médio, os estudantes terão contato com informações sobre diversos aspectos da cultura afrobrasileira em Sorocaba (como o batuque, a umbigada, a pernada, o carnaval, a capoeira), sobre a história, especialmente da escravidão negra, da religiosidade (Irmandade de São Benedito, a Igreja de João de Camargo...), bem como o movimento negro organizado na cidade (Clube "28 de setembro" e Centro Cultural Ong Quilombinho).
O "piloto" do projeto "África em Nós" ocorrerá no próximo sábado, dia 06 de 0utubro de 2012, como encerramento do 1º curso de formação de educadores "RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS: formação conceitual e prática voltada à compreensão das relações afro-descendentes", realizado pela Ong Quilombinho em parceria com a Prefeitura Municipal de Sorocaba.
Os cursistas desse curso de formação participarão do tour acompanhados do ator e recreacionista Felipe Dias - que interpreta o taumaturgo João de Camargo - e do historiador Carlos Carvalho Cavalheiro, que dará o suporte pedagógico para o roteiro.
 
O início do roteiro será na antiga Igreja de Santo Antonio (hoje demolida) ao lado do Mercado Municipal de Sorocaba, a partir das 14 horas do sábado.
Escolas interessadas em contratar o projeto podem se dirigir à Educar Turismo Pedagógico por meio dos telefones 3237 6342 ou 9700 7662, com Laércio Junior. Ou por e-mail: junior@educarturismo.com.br . O site da Educar é: http://www.educarturismo.com.br/
Os passeios começam em outubro e vão até dezembro deste ano, das 8h às 11h ou das 13h às 16h. São permitidas turmas de 40 alunos por vez. Os alunos recebem alimentação, kit com material educativo e outros itens.